THATI MACIEL · ESCRITORA & GHOSTWRITER

Antes de ter com quem falar, eu já escrevia.

Passei a vida tentando encontrar palavras para aquilo que nem sempre conseguia dizer em voz alta.Hoje, depois de 18 anos escutando pessoas como psicóloga, transformo histórias, experiências e ideias em textos que preservam a voz de quem realmente as viveu.

DESDE MUITO CEDO

Eu cresci entre cadernos.

Escrevo desde que aprendi a juntar palavras.
Primeiro, a escrita foi abrigo. Foi a maneira que encontrei de desabafar, entender minhas emoções e me comunicar quando o silêncio dizia mais do que eu conseguia falar.

COM O TEMPO

Aprendi a ouvir o que não era dito.

Sou reservada, observadora e psicóloga há 18 anos.
Esse caminho aprofundou uma escuta que já existia em mim: perceber nuances, acolher histórias e reconhecer aquilo que uma pessoa sente, vive ou sabe, mas ainda não conseguiu transformar em linguagem.

2018 · A VIRADA

Foi quando a escrita deixou de ser só minha.

Em 2018, escrevi meu primeiro livro profissionalmente como ghostwriter.O projeto foi Antimedo, ao lado de Pablo Marçal.Eu escrevi a obra e, a partir dali, passei a ocupar também esse lugar: transformar a história, as ideias e a voz de outra pessoa em um texto que pudesse existir no mundo sem perder quem ela era.Depois vieram outros projetos.Alguns nomes eu posso contar.
A maioria, não.
Porque o ghostwriting vive justamente nesse lugar entre presença e invisibilidade.Quando o trabalho é bem feito, a minha voz desaparece e a do autor permanece.

O QUE EU FAÇO

Eu encontro a história.

Nem sempre falta conteúdo.
Às vezes, ele está espalhado em memórias, conversas, áudios, ideias, experiências e coisas que você nunca conseguiu organizar.
Meu trabalho começa antes da escrita.Eu escuto, pergunto, observo e encontro o fio que transforma tudo isso em uma narrativa que faz sentido.

O QUE EU PRESERVO

A sua voz continua sendo sua.

Ghostwriting não é escrever algo bonito no seu lugar.É entrar profundamente na sua história sem apagar quem você é.Eu escrevo para que o texto tenha estrutura, ritmo e força, mas continue soando como alguém que poderia ter saído da sua própria boca.Se o leitor percebe mais a escritora do que o autor, alguma coisa deu errado.

TALVEZ ELA JÁ ESTEJA AÍ

Você pode já ter uma história. Só ainda não encontrou a forma dela.

Talvez ela esteja espalhada em áudios, anotações, conversas, memórias, experiências e ideias que você carrega há anos.Talvez exista um livro que você pensa em escrever “um dia”.Ou uma história que você sabe que importa, mas ainda não conseguiu organizar.Nem sempre o problema é falta de conteúdo.Às vezes, falta alguém capaz de enxergar o fio que une tudo.E é exatamente aí que eu entro.

O TEMPO PASSA

Uma história adiada continua existindo. Só não pode ser lida.

Ideias esquecem detalhes.
Memórias mudam.
Momentos passam.
E aquilo que parecia que você contaria “quando tivesse tempo” pode continuar vivendo apenas dentro de você.Não porque a história perdeu valor.Mas porque ninguém a colocou no papel.

O PRIMEIRO PASSO

Você não precisa começar escrevendo.

Antes de qualquer página, eu preciso entender o que existe aí.Sua história.
Sua intenção.
Sua voz.
O que você quer preservar.
E aquilo que ainda não conseguiu organizar.
Por isso, o começo é simples: responder algumas perguntas.

COMECE POR AQUI

Sua história não precisa estar pronta. Só precisa começar.

Você não precisa chegar com tudo organizado.O questionário existe para eu entender o que você viveu, o que quer dizer, o que precisa preservar e o que ainda não conseguiu transformar em palavras.Talvez a primeira página ainda não exista.Mas a primeira resposta pode existir agora.